Destinos Cruzados, Jennifer e Ameaça Nuclear compõem um universo onde vidas se tocam por linhas invisíveis — algumas guiadas pelo amor, outras pelo acaso, e outras ainda por acontecimentos que mudam o rumo da história. Juntos, esses romances formam um mosaico de personagens marcados por dor, esperança e escolhas que ecoam muito além de suas próprias jornadas.

Em Destinos Cruzados, conhecemos Marcelle, uma jovem gerente de hotelaria do sul da França que carrega consigo um passado de perdas, resiliência e silêncios. Ela chega a Paris não em busca de glamour, mas de respostas — respostas para uma doença hereditária que ameaça seu futuro e redefine seu presente. É ali que encontra Robert, um médico formado em Oxford, brilhante e disciplinado, mas também profundamente ferido pela ausência do pai e pelas promessas que moldaram sua vida. O encontro entre ambos ultrapassa a relação clínica: é um choque de almas, uma interseção inesperada entre fragilidade e força.

O romance se desenrola entre Paris, Londres e Nice, criando uma trilha emocional que acompanha o amadurecimento dos personagens. Cada cenário é usado com precisão: o Trocadéro banhado pela luz da manhã, o consultório silencioso onde decisões delicadas são tomadas, as ruas estreitas onde o destino parece sussurrar aos distraídos. A narrativa é conduzida com ritmo quase cinematográfico, entregando cenas vívidas e profundamente humanas.

Já em Jennifer, somos apresentados a uma protagonista completamente diferente: uma jovem ruiva, atrapalhada e carismática, cuja vida ganha contornos inesperados ao desembarcar em Nova York. Sua trajetória, permeada por comédia, vulnerabilidade e recomeços, dialoga com os temas essenciais do universo literário: identidade, coragem e a capacidade de se reinventar. Apesar do tom mais leve, Jennifer carrega nas entrelinhas a mesma força emocional que atravessa Destinos Cruzados.

E em Ameaça Nuclear, o leitor é lançado para uma trama mais intensa, onde geopolítica, drama e escolhas éticas se entrelaçam com o destino do protagonista John Olivier Augustin Trevor. Em meio a perigos e decisões que podem afetar o mundo, há também espaço para o humano — o medo, o sacrifício, a memória e a luta por redenção. Mesmo nas páginas mais tensas, o autor não abandona o que torna seus personagens tão reais: suas fragilidades.

As três obras, embora independentes, conversam entre si por meio de temas universais: o peso das escolhas, o impacto das perdas, o poder das relações e a delicada linha que separa o acaso do destino. Enquanto Jennifer nos faz sorrir, Ameaça Nuclear nos coloca à beira do abismo — e Destinos Cruzados nos lembra que, entre os extremos, existem encontros capazes de transformar tudo.

São histórias intensas, sensíveis e construídas com personagens que parecem respirar fora das páginas.
Histórias sobre cura, despedida, coragem e amor.
Sobre como o destino pode ser tanto um fardo quanto um milagre — e sobre como, de algum modo, todas as vidas acabam sempre se encontrando.

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